visita
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Novos medicamentos efetivos para o controle da Psoríase
Enquanto as primeiras gerações de drogas contra a Psoríase – corticoides, coaltar, metotrexato, entre outros – atuam mais no controle dos sintomas, os novos medicamentos, chamados imunobiológicos, agem na fase inicial (causa) da doença, impedindo ou modulando a transmissão das diversas mensagens químicas que desencadeiam a inflamação e a descamação da pele. Diferente também das substâncias convencionais, cuja eficácia em geral é suspensa com a interrupção do uso, os medicamentos imunobiológicos propõem a manutenção da melhora da Psoríase, mesmo sem o emprego das substâncias por um período bem mais prolongado.Imunobiológicos são anticorpos humanos ou animais, modificados em laboratório, que agem sobre determinadas proteínas, eliminando ou impedindo o crescimento de células anormais. O leque desses medicamentos vem aumentando a cada ano, trazendo importantes avanços no tratamento de alguns tipos de câncer e de doenças inflamatórias, como a Psoríase.indicadas apenas para casos moderados e graves ou de intolerância aos medicamentos e tratamentos tradicionais, drogas como infliximab, etanercept, adalimumabe e ustequinumabe (todos já disponíveis para os pacientes de psoríase no Brasil ) são ministradas de duas maneiras: infusão intravenosa ou injeção subcutânea. Nesse último caso o próprio paciente pode aplicar o medicamento em casa, semanal ou quinzenalmente e, em alguns casos, até de 2/2, 3/3 meses.Novidades apresentadas no último Congresso Mundial de Psoríase, em Estocolmo – Suécia, no mês passado, preveem para os próximos 2 anos o lançamento de um medicamento imunobiológico para ser administrado por via oral, o que vai facilitar muito o uso da medicação pelo paciente de psoríase, e outro que vai agir numa das células, recentemente descobertas, mais relacionadas com a formação das placas de psoríase, os linfócitos da linhagem Th17.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
04/10/2012 13h04 - Atualizado em 04/10/2012 13h22 SUS inclui 7 terapias para doenças como psoríase e falta de vitamina H
O Sistema Único de Saúde (SUS) vai incluir, a partir de abril de 2013, sete novas opções de tratamento contra doenças como psoríase (problema autoimune que causa lesões na pele), falta de vitamina H e esclerose sistêmica (condição autoimune que atinge o tecido conjuntivo, responsável por preencher os espaços entre as células).
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (4). Também serão beneficiados pacientes da rede pública com uma doença nos rins chamada síndrome nefrótica primária, e pessoas que têm uma inflamação na coluna e em articulações como quadril e ombros provocada por um problema denominado espondilite ancilosante.
Um novo exame de acompanhamento será destinado a mulheres que tiveram câncer no tecido que reveste o ovário, e há ainda uma droga para tratar rejeição em pacientes que fizeram transplante de rim.
A expectativa do Ministério da Saúde é de que essas inclusões custem R$ 7 milhões no próximo ano.
Psoríase
Para o tratamento de psoríase, o governo vai oferecer um medicamento chamado clobetasol, que, segundo estudos a longo prazo citados pelo ministério, é mais efetivo e seguro que os remédios disponíveis atualmente no mercado, cuja eficácia é moderada, há alto risco de infecção e de desenvolvimento de outras doenças graves.
Para o tratamento de psoríase, o governo vai oferecer um medicamento chamado clobetasol, que, segundo estudos a longo prazo citados pelo ministério, é mais efetivo e seguro que os remédios disponíveis atualmente no mercado, cuja eficácia é moderada, há alto risco de infecção e de desenvolvimento de outras doenças graves.
Além do clobetasol, o SUS já oferece outras quatro opções contra psoríase para aplicação na pele, na tentativa de melhorar as lesões: dexametasona, ácido salicílico, alcatrão e calcipotriol.
Casos mais sérios, da chamada artrite psoriásica – inflamação que atinge as articulações –, têm outros sete medicamentos, em 13 apresentações diferentes: adalimumabe(esse que eu to usando), etanercepte, infliximabe, ciclosporina(esse eu ja usei), metotrexato(esse eu já usei), sulfassalazina e leflunomida. Alguns são financiados pelo ministério e outros, pelos estados.
Falta de vitamina H e outros problemas
A falta de vitamina H, conhecida como biotinidase, é uma doença que causa perda de força muscular, sonolência, convulsões e falta de equilíbrio.
A falta de vitamina H, conhecida como biotinidase, é uma doença que causa perda de força muscular, sonolência, convulsões e falta de equilíbrio.
Cerca de 3.200 brasileiros vivem com o problema, segundo dados do ministério. E o tratamento com o remédio biotina pode reverter os efeitos do problema.
Para a esclerose, será oferecido o remédio sildenafila; para a espondilite, estará à disposição o naproxeno. Já para síndrome nefrótica, será incluído o medicamento tacrolimo; e para rejeição em transplante, a imunoglobulina.
Aumento da oferta
Segundo a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), ligada ao SUS, desde 2010 o governo aumentou em 47% a oferta de remédios, passando de 550 para 810.
Segundo a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), ligada ao SUS, desde 2010 o governo aumentou em 47% a oferta de remédios, passando de 550 para 810.
Este ano, foram incluídos medicamentos contra hepatite C, câncer de mama, artrite reumatoide e doença pulmonar obstrutiva crônica.
oie genteee hoje dia 18/01/2013 completei a minha quarta aplicacao de HUMIRA e vou colocar fotos para que possam acompanhar
PARA QUEM QUER COMPARAR PODE VER O VIDEO http://www.youtube.com/watch?v=CMiNRYD3_UU
como pode ver da pra ver as grandes manchas mais escuras onde estava placas enormes de psoriase as manchas brancas são da ultima foto que eu postei hoje só tem as manchas a pele ta bem lisinha
essa foto de perfil da pra ver melhor o efeito que deu!!PARA QUEM QUER COMPARAR PODE VER O VIDEO http://www.youtube.com/watch?v=CMiNRYD3_UU
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Sem maquiagem, Kim Kardashian mostra psoríase no rosto
Sem maquiagem, Kim Kardashian mostra manchas na pele do rosto
Socialite sofre de psoríase, doença crônica de pele, e acabou mostrando que algumas manchinhas chegaram ao seu rosto
Socialite sofre de psoríase, doença crônica de pele, e acabou mostrando que algumas manchinhas chegaram ao seu rosto
Kim Kardashian, 32, foi fotografada sem maquiagem neste fim de semana e acabou mostrando para os fotógrafos algumas manchinhas no rosto, resultado da psoríase - doença crônica que afeta a pele e se manifesta em forma de manchas vemelhas espalhadas pelo corpo.
A imagem foi feita assim que ela desembarcou em Los Angeles, chegando de viagem de Kuwait e Bahrain. Sem muito humor para os flashes, a reality star tentou esconder as manchas com as mãos, mas resolveu enfrentar as câmeras dos paparazzi.
Kim descobriu a doença em julho do ano passado, e a cena foi transmitida no seu reality show "Kepping Up with the Kardashians". Ao revelar o diagnóstico de psoríase, Kim desabafou sobre a pressão que sofre com a mídia. "As pessoas não entendem a pressão para estar sempre perfeita", disse. "Quando ganho um pouco de peso, já está nas manchetes. Imagine se os tabloides me vissem com todas essas manchas vermelhas?". Kris Jenner, mãe de Kim, também sofre da doença.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
PRIMEIRA APLICACAO DE HUMIRA 06/12/2012
Galera desculpe a foto mas foi tirada de celular
tirei só para que vocês vejam como esta meu estado atual com a minha psoríase.
ontem dia 06/12/2012 foi minha aplicação de Humira graças a Deus deu tudo certo sem efeitos colaterais
tomei no hospital a primeira dose mas as próximas tomarei em casa mesmo.
mas lembrando que tenho psoríase no resto do corpo essa foi só para que vocês pudesse ver a melhora da primeiro foto que aqui postei.
vou colocar a foto aqui do antes e depois da minha psoríase para que comparem.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Resultados de nova pesquisa da Associação de Psoríase revelam que melhorias significativas ainda são necessárias no cuidado de pacientes com psoríase para atender a novas recomendações da NICE
NORTHAMPTON, England, 8 de novembro de 2012 /PRNewswire/ -- Novos resultados de pesquisa recente da Associação de Psoríase revelam que apesar do progresso no número de pacientes com o nível de gravidade da psoríase avaliado, ainda há um alto nível de insatisfação dos pacientes com o tratamento, o que sugere que essas avaliações podem não ser convertidas em mudanças na terapia, se adequado. Apesar de aumento na conscientização da medição da gravidade da psoríase, esta pesquisa mais recente também mostrou que mais da metade dos pacientes estavam muito insatisfeitos com o tratamento que recebiam e mais de dois terços afirmaram que o médico ou enfermeira não discutiu nenhum tratamento para ajudar a melhorar a qualidade de vida.[ 1 ]
Para ver o release completo, acesse: http://www.prnewswire.co.uk/news-releases/new-survey-results-from-the-psoriasis-association-reveal-that-significant-improvements-are-still-needed-in-the-care-of-psoriasis-patients-to-meet-new-nice-recommendations-177812731.html
FONTE: Psoriasis Association
sábado, 10 de novembro de 2012
diz muitooo (MARGARITA A. E. B. MOSCARDO Terapeuta)
"Quando as emoções e sintomas provenientes do trauma vêm à memória, são lembrados e revividos... eles desaparecem. Ao libertar-se, também, do apego ao passado e da expectativa quanto ao futuro, pode-se concentrar mais no “Agora”. A doença e os problemas físicos podem ser sanados e eliminados, na maioria dos casos, com tratamento médico específico, porém as marcas, dores e instabilidade emocionais somente podem ser amenizadas e removidas com a ajuda de um psicoterapeuta; por isso comece a viver intensamente o agora."
MARGARITA A. E. B. MOSCARDO Terapeuta de Regressão Memórias Terapeuta, Professora Universitária e Palestrante
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
cosulta+entrada no SUS
ontem fui a medica (não vou colocar o nome pq não tenho autorização )
levei todos os resultados de exames
e com muita correria consegui dar entrada no pedido do medicamento(humira),
agora é só esperar
que eles manda o medicamento pra minha cidade
agora só esperar ...
obs: antes de tomar a primeira dose coloco foto de como estou
levei todos os resultados de exames
e com muita correria consegui dar entrada no pedido do medicamento(humira),
agora é só esperar
que eles manda o medicamento pra minha cidade
agora só esperar ...
obs: antes de tomar a primeira dose coloco foto de como estou
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
tentativa de uso de humira (adalimumabe)
boa tardee !!
hoje estou aqui para falar que estou no pre tratamento de humira para artrite psórica
pre tratamento porque para se usar este medicamento tem que ser realizados vários exames para mostrar que esta apta para o uso do medicamento por ser um medicamento de alto custo darei entrada pelo SUS para ganhar e só assim ser possível começar o tratamento.... vou colocar um pouco da pesquisa sobre a humira (adalimumabe)
1. INDICAÇÕES
Este medicamento é destinado ao tratamento de:
Artrite Psoriásica
HUMIRA
(adalimumabe) é destinado para reduzir os sinais e sintomas da
artrite psoriásica (APs). O medicamento demonstrou reduzir a taxa de
progressão das lesões articulares periféricas, conforme medido por raio-X
em pacientes com subtipos poliarticular simétrico da doença, e melhora da
função física.
HUMIRA (adalimumabe) pode ser utilizado isoladamente ou em
combinação a fármacos antirreumáticos modificadores do curso da doença
(DMCD).
Psoríase em placas
HUMIRA (adalimumabe) é destinado ao tratamento de psoríase em
placas crônica moderada a grave em pacientes adultos com indicação de
terapia sistêmica ou fototerapia e quando outras terapias sistêmicas forem
menos apropriadas. - Artrite Psoriásica
HUMIRA
(adalimumabe) 40mg SC a cada duas semanas, foi avaliado em
pacientes com artrite psoriásica moderada a grave em 2 estudos
controlados por placebo. No estudo I, foram observados 313 pacientes
adultos com resposta inadequada a anti-inflamatórios não-esteroidais
(AINES), por 24 semanas.
7
No estudo 2, 100 pacientes com resposta
inadequada a DMCDs foram observados por 12 semanas.
8
Os pacientes
de ambos os estudos puderam entrar em uma fase aberta, onde todos
receberam HUMIRA
®
(adalimumabe) 40mg SC a cada 2 semanas, por até
144 semanas.
9,10
As respostas ACR no estudo I foram semelhantes com e sem tratamento
concomitante com metotrexato (aproximadamente 50% dos pacientes
foram tratados concomitantemente com metotrexato) (Tabela E).
Tabela E. Respostas ACR nos estudos controlados por placebo de
HUMIRA
®
(adalimumabe) para artrite psoriásica
7
Estudo I
7
Estudo II Respostas
8
Placebo
N=162
Humira
(adalimumabe)
N=151
Placebo
N=49
Humira
(adalimumabe)
N=51
ACR 20
Semana 12 14% 58%* 16% 39%**
Semana 24 15% 57%* ND ND
ACR 50
Semana 12 4% 36%* 2% 25%*
Semana 24 6% 39%* ND ND
ACR 70
Semana 12 1% 20%* 0% 14%**
Semana 24 1% 23%* ND ND As respostas ACR foram mantidas na fase de extensão aberta por até 104
semanas.
9
As mudanças radiográficas também foram avaliadas nos estudos de artrite
psoriásica. Radiografias de mãos, punhos e pés foram obtidas no início do
estudo e nas semanas 24 (fase duplo-cega do estudo I)
7
e semana 48
(fase aberta).
10
Um escore de Sharp modificado (mTSS), que incluiu as
articulações interfalangianas distais, foi usado para medir a progressão
radiográfica. HUMIRA
®
(adalimumabe) reduziu a taxa de progressãododano articular periférico, quando comparado com o placebo (mudança
média do mTSS = 0,8 ±2,42 no grupo placebo na semana 24 comparado a
0,1±1,95 no grupo tratado com HUMIRA
®
(adalimumabe) na semana 48,
p<0,001).
9,10
Nos pacientes tratados com HUMIRA
®
(adalimumabe) sem
progressão radiográfica do início do estudo até a semana 48 (n=102), 84%
continuaram a demonstrar ausência de progressão por até 144 semanas
de tratamento.
9,10
Os pacientes tratados com HUMIRA
®
(adalimumabe) demonstraram
melhora significativa na função física, avaliada pelo HAQ e pelo SF-36
comparados aos pacientes que receberam placebo, na semana 24.
7
A
melhora da função física continuou durante a fase de extensão aberta até
a semana 136.
9
- Psoríase
A segurança e eficácia de HUMIRA
®
(adalimumabe) foram avaliadas em
estudos duplo-cegos, randomizados, realizados em pacientes adultos com
psoríase crônica em placas (envolvimento 10% BSA e Psoriasis Area
and Severity Index (PASI) 12 ou 10) que eram candidatos a terapia
sistêmica ou fototerapia.
O Estudo I
23
de Psoríase (M03-656) avaliou 1212 pacientes durante três
períodos de tratamento. No período A, os pacientes receberam placebo ou
HUMIRA
®
(adalimumabe) na dose inicial de 80 mg seguida por 40 mg em
semanas alternadas começando na semana 1, após a dose inicial. Após
16 semanas de terapia, os pacientes que alcançaram pelo menos uma
resposta PASI 75 (melhora da pontuação PASI de pelo menos 75% em
relação à avaliação inicial), entraram no período B e receberam de forma
aberta 40 mg de HUMIRA
®
(adalimumabe) em semanas alternadas. Os
pacientes que mantiveram resposta PASI 75 na semana 33 e que haviam
sido originariamente randomizados para terapia ativa no Período A, foram
novamente randomizados no Período C para receber 40 mg HUMIRA
®
(adalimumabe) em semanas alternadas ou placebo por mais 19 semanas.
Considerando os três grupos de tratamento, a pontuação PASI média, na
avaliação inicial, foi de 18.9 e a Avaliação Médica Global (Physician’s
Global Assessment - PGA) inicial variou de “moderada” (53% dos
indivíduos incluídos), a “grave” (41%) e a “muito grave” (6%).
O Estudo II
24
de Psoríase (M04-716) comparou a eficácia e segurança de
HUMIRA
®
(adalimumabe) com metotrexato (MTX) e placebo em 271
pacientes. Os pacientes receberam placebo, uma dose inicial de MTX de
7.5 mg e, posteriormente, a dose era aumentada até a semana 12, com a
dose máxima de 25 mg ou uma dose inicial de 80 mg de HUMIRA
®
(adalimumabe) seguida por 40 mg em semanas alternadas (iniciando uma
semana após a dose inicial) durante 16 semanas. Não havia dados
disponíveis comparando HUMIRA
®
(adalimumabe) e MTX durante 16
semanas de terapia. Os pacientes recebendo MTX que atingissem uma
resposta PASI 50 na semana 8 e/ou 12 não recebiam futuros aumentos
de dose. Considerando os três grupos de tratamento, a pontuação PASI
média, na avaliação inicial, foi de 19.7 e a Avaliação Médica Global
(Physician’s Global Assessment - PGA) inicial variou de “moderada” (48%
dos indivíduos incluídos), a “grave” (46%) e a “muito grave” (6%).
Pacientes dos Estudos de Psoríase de Fase II e III foram eleitos a
participar de um estudo clínico de extensão aberto (M03-658), onde
HUMIRA
®
(adalimumabe) foi administrado por pelo menos mais 108
semanas.
Nos Estudo I
23
e II
24
de Psoríase, o desfecho primário foi a proporção de
pacientes que atingiram uma resposta PASI 75 na semana 16, em relação
à avaliação inicial (ver Tabelas I e J).
Um total de 233 de pacientes que atingiram a resposta PASI 75 na
semana 16 e na semana 33 receberam continuamente HUMIRA
®
(adalimumabe) por 52 semanas no Estudo I de Psoríase e continuaram
com a terapia em um estudo de extensão aberto. Após administração
adicional por mais 108 semanas (no total de 160 semanas), 74,7% dos
pacientes atingiram a resposta PASI 75 e 59,0% dos pacientes atingiram a
Avaliação Médica Global (Physician’s Global Assessment - PGA) com
resposta mínima ou nenhuma. Já no Estudo II de Psoríase, dos 94
pacientes, 58,1% atingiram a resposta PASI 75 e 46,2% atingiram a
Avaliação Médica Global (Physician’s Global Assessment - PGA) com
resposta mínima ou sem psoríase.
Um total de 347 estáveis e que responderam ao tratamento participaram
de uma avaliação de retirada e retratamento em um estudo de extensão
aberto. O tempo médio de recidiva (para PGA "moderado" ou pior) foi de
aproximadamente 5 meses. Nenhum destes paciente relatou efeito rebote
durante o período de retirada. Um total de 76,5% (218/285) dos pacientes
que iniciaram o período de retratamento obtiveram uma resposta da PGA
"sem psoríase" ou "mínima", após 16 semanas de retratamento,
independentemente de recaída durante a retirada (69,1% [123/178] e
88,8% [95/107] para pacientes que recaíram e que não recaíram durante o
período de suspensão, respectivamente).
Na semana 16 foram observadas melhoras estatisticamente significantes
no Dermatology Life Quality Index (DLQI), em relação aos valores basais
quando comparadas com placebo (Estudos I 25 e II 26) e MTX (Estudo II 26).
No Estudo I
25
também foram evidenciadas melhoras no componente físico
e mental da pontuação do SF-36 de forma estatisticamente significante,
quando comparado ao placebo.
hoje estou aqui para falar que estou no pre tratamento de humira para artrite psórica
pre tratamento porque para se usar este medicamento tem que ser realizados vários exames para mostrar que esta apta para o uso do medicamento por ser um medicamento de alto custo darei entrada pelo SUS para ganhar e só assim ser possível começar o tratamento.... vou colocar um pouco da pesquisa sobre a humira (adalimumabe)
1. INDICAÇÕES
Este medicamento é destinado ao tratamento de:
Artrite Psoriásica
HUMIRA
(adalimumabe) é destinado para reduzir os sinais e sintomas da
artrite psoriásica (APs). O medicamento demonstrou reduzir a taxa de
progressão das lesões articulares periféricas, conforme medido por raio-X
em pacientes com subtipos poliarticular simétrico da doença, e melhora da
função física.
HUMIRA (adalimumabe) pode ser utilizado isoladamente ou em
combinação a fármacos antirreumáticos modificadores do curso da doença
(DMCD).
Psoríase em placas
HUMIRA (adalimumabe) é destinado ao tratamento de psoríase em
placas crônica moderada a grave em pacientes adultos com indicação de
terapia sistêmica ou fototerapia e quando outras terapias sistêmicas forem
menos apropriadas. - Artrite Psoriásica
HUMIRA
(adalimumabe) 40mg SC a cada duas semanas, foi avaliado em
pacientes com artrite psoriásica moderada a grave em 2 estudos
controlados por placebo. No estudo I, foram observados 313 pacientes
adultos com resposta inadequada a anti-inflamatórios não-esteroidais
(AINES), por 24 semanas.
7
No estudo 2, 100 pacientes com resposta
inadequada a DMCDs foram observados por 12 semanas.
8
Os pacientes
de ambos os estudos puderam entrar em uma fase aberta, onde todos
receberam HUMIRA
®
(adalimumabe) 40mg SC a cada 2 semanas, por até
144 semanas.
9,10
As respostas ACR no estudo I foram semelhantes com e sem tratamento
concomitante com metotrexato (aproximadamente 50% dos pacientes
foram tratados concomitantemente com metotrexato) (Tabela E).
Tabela E. Respostas ACR nos estudos controlados por placebo de
HUMIRA
®
(adalimumabe) para artrite psoriásica
7
Estudo I
7
Estudo II Respostas
8
Placebo
N=162
Humira
(adalimumabe)
N=151
Placebo
N=49
Humira
(adalimumabe)
N=51
ACR 20
Semana 12 14% 58%* 16% 39%**
Semana 24 15% 57%* ND ND
ACR 50
Semana 12 4% 36%* 2% 25%*
Semana 24 6% 39%* ND ND
ACR 70
Semana 12 1% 20%* 0% 14%**
Semana 24 1% 23%* ND ND As respostas ACR foram mantidas na fase de extensão aberta por até 104
semanas.
9
As mudanças radiográficas também foram avaliadas nos estudos de artrite
psoriásica. Radiografias de mãos, punhos e pés foram obtidas no início do
estudo e nas semanas 24 (fase duplo-cega do estudo I)
7
e semana 48
(fase aberta).
10
Um escore de Sharp modificado (mTSS), que incluiu as
articulações interfalangianas distais, foi usado para medir a progressão
radiográfica. HUMIRA
®
(adalimumabe) reduziu a taxa de progressãododano articular periférico, quando comparado com o placebo (mudança
média do mTSS = 0,8 ±2,42 no grupo placebo na semana 24 comparado a
0,1±1,95 no grupo tratado com HUMIRA
®
(adalimumabe) na semana 48,
p<0,001).
9,10
Nos pacientes tratados com HUMIRA
®
(adalimumabe) sem
progressão radiográfica do início do estudo até a semana 48 (n=102), 84%
continuaram a demonstrar ausência de progressão por até 144 semanas
de tratamento.
9,10
Os pacientes tratados com HUMIRA
®
(adalimumabe) demonstraram
melhora significativa na função física, avaliada pelo HAQ e pelo SF-36
comparados aos pacientes que receberam placebo, na semana 24.
7
A
melhora da função física continuou durante a fase de extensão aberta até
a semana 136.
9
- Psoríase
A segurança e eficácia de HUMIRA
®
(adalimumabe) foram avaliadas em
estudos duplo-cegos, randomizados, realizados em pacientes adultos com
psoríase crônica em placas (envolvimento 10% BSA e Psoriasis Area
and Severity Index (PASI) 12 ou 10) que eram candidatos a terapia
sistêmica ou fototerapia.
O Estudo I
23
de Psoríase (M03-656) avaliou 1212 pacientes durante três
períodos de tratamento. No período A, os pacientes receberam placebo ou
HUMIRA
®
(adalimumabe) na dose inicial de 80 mg seguida por 40 mg em
semanas alternadas começando na semana 1, após a dose inicial. Após
16 semanas de terapia, os pacientes que alcançaram pelo menos uma
resposta PASI 75 (melhora da pontuação PASI de pelo menos 75% em
relação à avaliação inicial), entraram no período B e receberam de forma
aberta 40 mg de HUMIRA
®
(adalimumabe) em semanas alternadas. Os
pacientes que mantiveram resposta PASI 75 na semana 33 e que haviam
sido originariamente randomizados para terapia ativa no Período A, foram
novamente randomizados no Período C para receber 40 mg HUMIRA
®
(adalimumabe) em semanas alternadas ou placebo por mais 19 semanas.
Considerando os três grupos de tratamento, a pontuação PASI média, na
avaliação inicial, foi de 18.9 e a Avaliação Médica Global (Physician’s
Global Assessment - PGA) inicial variou de “moderada” (53% dos
indivíduos incluídos), a “grave” (41%) e a “muito grave” (6%).
O Estudo II
24
de Psoríase (M04-716) comparou a eficácia e segurança de
HUMIRA
®
(adalimumabe) com metotrexato (MTX) e placebo em 271
pacientes. Os pacientes receberam placebo, uma dose inicial de MTX de
7.5 mg e, posteriormente, a dose era aumentada até a semana 12, com a
dose máxima de 25 mg ou uma dose inicial de 80 mg de HUMIRA
®
(adalimumabe) seguida por 40 mg em semanas alternadas (iniciando uma
semana após a dose inicial) durante 16 semanas. Não havia dados
disponíveis comparando HUMIRA
®
(adalimumabe) e MTX durante 16
semanas de terapia. Os pacientes recebendo MTX que atingissem uma
resposta PASI 50 na semana 8 e/ou 12 não recebiam futuros aumentos
de dose. Considerando os três grupos de tratamento, a pontuação PASI
média, na avaliação inicial, foi de 19.7 e a Avaliação Médica Global
(Physician’s Global Assessment - PGA) inicial variou de “moderada” (48%
dos indivíduos incluídos), a “grave” (46%) e a “muito grave” (6%).
Pacientes dos Estudos de Psoríase de Fase II e III foram eleitos a
participar de um estudo clínico de extensão aberto (M03-658), onde
HUMIRA
®
(adalimumabe) foi administrado por pelo menos mais 108
semanas.
Nos Estudo I
23
e II
24
de Psoríase, o desfecho primário foi a proporção de
pacientes que atingiram uma resposta PASI 75 na semana 16, em relação
à avaliação inicial (ver Tabelas I e J).
Um total de 233 de pacientes que atingiram a resposta PASI 75 na
semana 16 e na semana 33 receberam continuamente HUMIRA
®
(adalimumabe) por 52 semanas no Estudo I de Psoríase e continuaram
com a terapia em um estudo de extensão aberto. Após administração
adicional por mais 108 semanas (no total de 160 semanas), 74,7% dos
pacientes atingiram a resposta PASI 75 e 59,0% dos pacientes atingiram a
Avaliação Médica Global (Physician’s Global Assessment - PGA) com
resposta mínima ou nenhuma. Já no Estudo II de Psoríase, dos 94
pacientes, 58,1% atingiram a resposta PASI 75 e 46,2% atingiram a
Avaliação Médica Global (Physician’s Global Assessment - PGA) com
resposta mínima ou sem psoríase.
Um total de 347 estáveis e que responderam ao tratamento participaram
de uma avaliação de retirada e retratamento em um estudo de extensão
aberto. O tempo médio de recidiva (para PGA "moderado" ou pior) foi de
aproximadamente 5 meses. Nenhum destes paciente relatou efeito rebote
durante o período de retirada. Um total de 76,5% (218/285) dos pacientes
que iniciaram o período de retratamento obtiveram uma resposta da PGA
"sem psoríase" ou "mínima", após 16 semanas de retratamento,
independentemente de recaída durante a retirada (69,1% [123/178] e
88,8% [95/107] para pacientes que recaíram e que não recaíram durante o
período de suspensão, respectivamente).
Na semana 16 foram observadas melhoras estatisticamente significantes
no Dermatology Life Quality Index (DLQI), em relação aos valores basais
quando comparadas com placebo (Estudos I 25 e II 26) e MTX (Estudo II 26).
No Estudo I
25
também foram evidenciadas melhoras no componente físico
e mental da pontuação do SF-36 de forma estatisticamente significante,
quando comparado ao placebo.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
alegriaaaaa
hoje estou feliz..(desculpe não estar entrando mais vezes e nem postado mais nada.. o que eu queria era colocar foto do meu dia a dia mas nao me senti motivada ;(
MASSS HOJE ESTOU FELIZ ESTOU BEEEEM MELHOR TIPO UNS 80 /° VOU COLOCAR UMA FOTINHA DEPOIS
agora é sóh bjooo
MASSS HOJE ESTOU FELIZ ESTOU BEEEEM MELHOR TIPO UNS 80 /° VOU COLOCAR UMA FOTINHA DEPOIS
agora é sóh bjooo
segunda-feira, 16 de julho de 2012
MINHA HISTORIA PART:1
Oiiiii pessoinhas (bom pessoas assim néh .. não tem ninguém aki aindaaa néh ) pessoinhas que vir visitar esse blog vou começar a falar agora sobre porque esse blog e porque “EU” fiz o blog
Ta vou começar a falar um pouco de mim tenho 22 anos, e tenho psoríase desde 3 anos de idade (ou seja são 19 anos de psoríase não é mole não) durantes muitos anos eu tratei a psoríase erroneamente como sendo alergia, passei por muuuitos médicos de diversas cidades e já fiz o uso de muuuuitos remédio tanto tópico como oral.
Fui diagnosticada como portadora de psoríase no ano de 2000, desde então sempre foi uma luta. Não que antes não fosse mas quando você descobre que tem algo que não te faz bem principalmente socialmente e psicologicamente e uma das primeiras coisa que você ouve sobre esse problema é: “não tem cura e não tem causa.. maaas podemos tratar e viver bem com ela” a luta é maior o problema na minha mente a partir dali se tornou maior.
Quando menor o problema afetava muito o couro cabeludo e as áreas afetadas era joelhos e cotovelo a doença se limitava a essas partes.
Penso que conforme fui amadurecendo a doença também criava forças dentro de mim
Nunca foi fácil não dava pra esconder dos outros e todos querem saber o que você tem, todos tem medo de deixar seu filho junto com uma criança que tem manchas estranhas, machucados suspeito e não é todas crianças quer ficar junto com uma “perebenta” é como fui chamado por muitos e durante muito tempo
Graças a Deus nunca me faltou amizade nunca me faltou amor da minha família e nunca passou nenhum dia sem que eu tivesse esperança de me ver livre desse problema.
Apesar de hoje o meu problema esta pior porque hoje eu tenho psoríase praticamente em toda parte do meu corpo a barriga vocês já pode ver no vídeo que postei antes (http://www.youtube.com/watch?v=CMiNRYD3_UU), mas não é só ai que tenho.
Tenho em todo couro cabeludo, tenho nas pernas, joelho, cotovelo, unhas, costas, pescoço, e agora nas articulações.
domingo, 8 de julho de 2012
sábado, 7 de julho de 2012
é muuito bom ver esse video
Dr Cid Sabbag, dermatologista e presidente do Centro Brasileiro de Psoríase é entrevistado por Patrícia Rizzo nos estúdios da Jovem Pan,esclarecendo para o Brasil as dúvidas sobre a doença e principalmente passando as últimas atualizações sobre essa doença que vai muito além da pele
depoimento(de quem sabe o q é ter psoriase)
um depoimento de uma linda moça contando sua historia de como convive a anos com a psoríase( (prometo logo fazer meu diário da minha psoríase logo que começar o tratamento novo ok??!! ai colocarei minha historia,videos e fotos dia a dia))é isso ai gente vamos nos unir contra esse mal pois PSORÍASE NAO MATA MAS MALTRATA MUUUITO
http://www.youtube.com/watch?v=taa4_dE3Lvs
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Tratamento sistêmico
Tratamento sistêmico
Indicado nos casos moderados e graves e nos pacientes em que o tratamento tópico não foi responsivo.
Os mais utilizados são:
Metotrexate: pode ser indicado na psoríase com mais de 20% de superfície corpórea total acometida. Pode causar efeitos colaterais no fígado e no sangue, além de ser teratogênica (potencial de causar mal formações no feto se uma mulher grávida ingerir este medicamento);
Acitretina: é só parcialmente efetiva e raramente consegue clarear totalmente as lesões. Também é teratogênico;
Ciclosporina A: é uma das mais efetivas, mas podem ocorrer efeitos colaterais como hipertensão e insuficiência renal irreversível;
PUVAterapia: é a utilização de medicamentos chamados psoralênicos mais fototerapia com ultravioleta A (“banho de luz”). A longo prazo, pode causar envelhecimento e maior potencial de desenvolvimento de câncer da pele e catarata.
Novas opções no tratamento da psoríase moderada e grave são os chamados agentes biológicos, como: Infliximab e Etanercept que agem bloqueando a ação do TNF-a, um dos grandes responsáveis pelas lesões de psoríase, e Efalizumab e Alefacept que agem sobre a célula T. Estudos realizados recentemente demonstraram que o infliximab (Remicade®) proporciona uma melhora rápida, efetiva e duradoura nos pacientes com psoríase moderada a grave.
Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia
Tratamento tópico
Em muitos pacientes os medicamentos tópicos são suficientes para manter a psoríase sob controle.
Os mais utilizados são:
Fonte: Sociedade Brasileira de DermatologiaCorticóides: os de alta potência são mais efetivosCoaltar: se usado isoladamente, tem ação moderada na psoríaseAntralina: pode irritar a peleTazaroteno: indicado para uso em lesões estáveis até 20 % da área corporalVitamina D: pode ser tão eficaz como o corticóide de alta potência na psoríase em placasÁcido salicílico: Auxilia na remoção de escamas e promove a eficácia de outros tratamentos tópicosTacrolimus: é um potente imunossupressor que vem sendo testado em pacientes com psoríase em placasAscomicina: vem sendo testada em psoríase em placas.
Artrite psoriásica (Reumatismo psoriásico)
Uma condição dupla e imprevisível
Vários anos após o aparecimento da psoríase, o doente pode ser afectado pela artrite psoriásica.
Esta é uma artrite inflamatória crónica com vários graus de manifestações articulares. É tratada separadamente das lesões cutâneas e o curso da doença é imprevisível. A artrite psoriásica pertence ao grupo das espondilartropatias. Pode ser distinguida de outros tipos de artrite inflamatória essencialmente através da condição cutânea concomitante.
Psoríase inversa
Os termos psoríase inversa, psoríase flexural e psoríase intertriginosa são utilizados alternadamente quando surgem exacerbações nas zonas de flexão e dobras cutâneas (por ex.: axilas, virilhas, por baixo dos seios e noutras dobras cutâneas em volta da zona genital e nádegas).
Assinar:
Postagens (Atom)







.jpg)

